COEP lança livro sobre trabalho em
comunidades do Semiárido nordestino   


Um relato de ações em prol do desenvolvimento comunitário, convivência com a seca e adaptação às mudanças climáticas

O trabalho de desenvolvimento e fortalecimento comunitário que o COEP – Rede Nacional de Mobilização Social - vem promovendo ao longo da última década no Semiárido nordestino é o foco principal do livro Cotton, Computers and Citizenship, lançado, no final de setembro, em Ottawa, no Canadá. Editada pelo COEP em parceria com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Setor Voluntário da Universidade de Carleton, a publicação conta com o apoio do Programa Canadense de Parcerias do Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento.

Escrita pelo pesquisador canadense John Saxby, que trabalha com o COEP desde o início de 2000, a obra em língua inglesa retrata, em 250 páginas, o processo de mobilização e cooperação promovido pelo COEP no Semiárido nordestino para transformar as condições de vida de comunidades de baixa renda, mencionando as melhorias socioeconômicas alcançadas. Neste sentido, documenta as origens, evolução e realizações do "Programa Comunidades Semiárido", iniciado pela Rede há dez anos com apenas uma comunidade e que, hoje, engloba cerca de cinquenta.

A obra é dirigida a pessoas e organizações que trabalham com desenvolvimento comunitário, jornalistas, pesquisadores, professores, alunos e formuladores de políticas públicas. O texto completo em inglês e português, assim como um vídeo de 15 minutos sobre o “Programa Comunidades Semiárido”, está disponível em formato eletrônico no site do COEP (www.coepbrasil.org.br/colecaocoep).

O Programa Comunidades Semiárido
O COEP vem atuando como um catalisador, ajudando as comunidades do Semiárido a captarem recursos técnicos e financeiros de instituições públicas para uma série de projetos de desenvolvimento, iniciativas de convivência com a seca e adaptação às mudanças climáticas. Juntas, as comunidades e a Rede começaram a produção de algodão orgânico, naturalmente colorido, e resistente à seca. Mini-fábricas limpam, tiram sementes e empacotam o algodão, que assim alcança um preço muito superior ao do produto bruto. Os telecentros, implantados nas comunidades, oferecem aulas de informática e acesso à internet. Cisternas e barragens subterrâneas garantem uma fonte de água mais segura e bem conservada, e um sistema de criação de ovinos e caprinos tem melhorado os rendimentos.








Comunicação COEP Nacional
Rafael Medeiros - (21) 2528-2867 - rafamed@coepbrasil.org.br

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