quarta-feira, 7 de maio de 2014

Complemento alimentar distribuído para 400 municípios mineiros é destaque no Globo Repórter




Transformar o desperdício em comida. Esse é o principal objetivo do Vita Vida, programa coordenado pelo Serviço Voluntário de Assistência Social de Minas Gerais (Servas), que busca doações e promove parcerias visando ao reaproveitamento de legumes para a produção de um complemento alimentar. O mix de vegetais, que leva o mesmo nome do programa executado pelo Servas, é distribuído para 400 municípios mineiros e utilizado por diversas instituições, principalmente creches, de várias regiões de Minas. A iniciativa foi destaque no programa Globo Repórter, exibido pela TV Globo na última sexta-feira (02/05).

O produto final, que conta com legumes triturados e desidratados, é uma mistura que além de mandioca tem beterraba, cenoura, batata e abóbora. À mistura, são acrescentadas ainda proteína de soja e macarrão. Cada instituição que faz uso do produto acrescenta no complemento alimentar o ingrediente que tiver disponível, como ovo ou carne. A reportagem do Globo Repórter esteve em Janaúba, no Norte de Minas, onde fica uma das fábricas do programa Vita Vida. Na ocasião, a nutricionista responsável pelo local explicou o processo de produção do alimento.

Os legumes utilizados para a produção do complemento alimentar são doados por agricultores ou comerciantes. Diversos produtores de legumes de Minas Gerais reaproveitam os produtos que estão fora do padrão do mercado, doando-os para o programa do Servas. Eli Borges Santos e João de Deus Pereira são exemplos de produtores agrícolas mineiros que doam parte da produção de legumes para o Vita Vida. Os agricultores participaram da reportagem do Globo Repórter e afirmaram que se sentem felizes em poder ajudar.

Saiba mais sobre o programa

O complemento alimentar VitaVida é processado sob rígidos padrões observados por profissionais de engenharia de alimentos e de nutrição, responsáveis pela determinação dos níveis de qualidade dos processos, desde a matéria-prima até o transporte do produto final. A iniciativa é reconhecida, desde 2005, como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil e, em 2007, recebeu o Prêmio Maria Regina Nabuco em segurança alimentar e nutricional.

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